O Dia Nacional do Doador de Sangue, celebrado em 25 de novembro, também reforça a necessidade de doação entre pets. Cães e gatos que enfrentam doenças graves ou sofrem acidentes dependem de transfusões para sobreviver, e a manutenção dos estoques veterinários é essencial para garantir atendimento rápido em situações de emergência.
Especialistas alertam que a doação é um procedimento simples e seguro. Em muitos casos, transfusões são determinantes no tratamento de anemias, doenças transmitidas por parasitas e ocorrências de urgência como atropelamentos e envenenamentos.
Quem pode doar
Para ser doador, o animal precisa atender a alguns critérios básicos:
- Ter entre 1 e 8 anos;
- Pesar no mínimo 27 kg no caso dos cães e 4 kg no caso dos gatos;
- Apresentar temperamento dócil;
- Estar com vacinação e vermifugação atualizadas;
- Estar livre de pulgas e carrapatos;
- Não estar prenha, amamentando ou no cio;
- Não ter histórico de transfusão nem apresentar doenças.
Antes da coleta, o pet passa por exames completos que avaliam sua saúde e descartam riscos de transmissão de enfermidades. O check-up inclui hemograma, função renal e testes para doenças silenciosas como leishmaniose e dirofilariose. O procedimento de coleta leva cerca de cinco minutos e requer jejum de quatro horas para garantir a qualidade dos componentes sanguíneos.
Campanhas buscam ampliar o número de doadores
Para manter os estoques mínimos, campanhas de conscientização são realizadas ao longo do ano com o objetivo de incentivar tutores a cadastrarem seus animais como doadores. As iniciativas reforçam que cada contribuição pode salvar diversas vidas e que a doação regular é fundamental para que cães e gatos recebam suporte imediato quando mais precisam.
No Dia Nacional do Doador, a mensagem ganha ainda mais força: a solidariedade entre pets também salva vidas.
Fonte: Folha de São Paulo e Sala da Notícia
Imagem: Canva